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12
Ago

ERPs Web - Viveremos até esse dia?

Este é um tema que frequentemente habita os meus pensamentos, um dia teremos mais aplicações de alta importância rodando na web?

Viveremos para ver ERPs da SAP e muitas outras aplicações robustas para grandes empresas rodando plenamente na web? Ou aplicações menos específicas rodarão na web enquanto os grandes softwares continuarão rodando na rede interna das empresas?

Na minha opinião assim que tivermos velocidade de acesso razoável em uma parte maior do planeta convergiremos naturalmente para aplicações web independente do propósito.

Veja o que disse Alexandre Fugita no blog Techbits sobre o assunto:

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Várias vezes já falei aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo dificilmente adotaria webapps? A questão é que isso continua sendo uma verdade.

Ontem um blecaute de cerca de duas horas no Gmail e Google Apps causou alvoroço pela internet. Milhares de pessoas no Twitter e em blogs ficaram preocupadíssimas com suas preciosas informações armazenadas nos servidores do Google. Um problema no sistema de contatos deixou a inteface gráfica versão ajax fora do ar enquanto quase todas as outras camadas do serviço permaneceram intactas.

Webapps têm a desvantagem de só estarem disponíveis quando a internet estiver disponível. Parece óbvio, parece surreal mas não é. Episódios recentes mostram o quanto a infra-estrutura ainda não está preparada para aplicativos hospedados na nuvem. Apagão do Speedy, alguém?

Na nuvem vs. Local

Bom, a grande vantagem que vejo na nuvem do Google é ela ser em cluster ou mais ou menos isso. Eles usam um tal de Google File System (GFS) que espalha arquivos por servidores ao redor do mundo de forma que sempre há replicação dos dados em três ou mais lugares. Se o Big One acontecer, é provável que o sistema GFS ainda opere e os dados não sejam perdidos.

Comparando isso com o modo tradicional de armazenagem dos dados, ou seja, localmente, vejo muito mais fragilidade nesta opção. Neste caso temos que fazer backups e mantê-los em lugares fisicamente separados para evitar a síndrome do Boeing. Isso tudo custa dinheiro e usar a computação em cluster do Google soa muito mais seguro.

Além disso, com o uso de notebooks cada vez mais comum, a perda deste equipamento - um roubo, por exemplo - leva todos os dados embora que são a parte mais valiosa da máquina. Desde que comecei a usar o Gmail, em 2004, jamais perdi uma mensagem. Mas só nesse meio tempo deve ter perdido uns dois HDs. Fica a pergunta: a computação na nuvem é segura?

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Clique aqui e veja o tópico no Techbits.

*Pra quem não sabe, nuvem é um sinônimo de internet.

03
Jun

Pausas para navegar na web durante o trabalho aumentam produtividade

Por essa nem eu esperava, mas é o que diz uma pesquisa da PopCap, empresa desenvolvedora de games para PC. Segundo a pesquisa uma pausa de 10 minutos para navegar na web ajuda a reduzir o estresse e a aguçar a mente.

Saiba mais clicando aqui.

02
Jun

BackBlaze - Solução para backup online

Navegando esta semana, vi uma notícia do Imasters que me chamou atenção. Muita gente pensa em fazer backup de seus arquivos mas não sabe como, e quando sabe acha que será caro e complexo.

Este pequeno texto do Imasters pode te ajudar a mudar de idéia. A notícia fala sobre o novo de serviço de backups online, chamado Backblaze. Clique aqui para ler a notícia no Imasters..

Eu particularmente não uso nenhum serviço de backup, todos os meus arquivos que merecem backup estão devidamente armazenado no meu GMAIL.

Faça a sua escolha.

*Na notícia do Imasters o nome do serviço está escrito como BlackBlaze, mas na realidade o nome é BackBlaze.

12
Mai

[favs]Last.FM - Porque boa música pode

A dica de hoje é um site de relacionamento muito interessante. O Last.FM é um serviço que se propõe a tocar apenas músicas do seu interesse sem complicação. Por exemplo você pode digitar Chico Buarque na opção de busca e ouvir apenas músicas que compartilham tags similares, por exemplo MPB, tom jobim, etc.

O sistema de escolha das músicas está me surpreendendo, o acervo de músicas nacionais também, experimentei a um tempo atrás um serviço similar, mas não obtive boas impressões justamente pelo acervo de músicas brasileiras ser fraco.

Se você sempre procurou um rádio online boa pra ouvir no trabalho ou em casa, não gaste mais seu tempo, escute apenas as músicas que te interessam e be happy.

Além da funcionalidade principal os usuários podem criar grupos com interesses similares e criarem listas de reprodução compartilhadas, podem postar notícias no blog pessoal, adicionar amigos, anunciar eventos, trocar mensagens, etc.

O site permite que o usuário baixe um programinha para ouvir as músicas sem precisar ficar com o site aberto, esse programinha também pode vasculhar as músicas do seu computador e montar um perfil inicial para você.

Simplesmente fantástica a idéia do Last.FM. Espero que vocês também gostem.

Se vocês se cadastrarem e quiserem me adicionar meu login é tiziu_.

29
Abr

Criador do BlogBlogs anuncia Brasigo, serviço de perguntas e respostas

Já viu o serviço do Yahoo de perguntas e respostas? Pois é, o criador do BlogBlogs, acaba de lançar um produto que tem a mesma intenção, funcionar como uma grande “enciclopédia do conhecimento” a partir de perguntas e respostas dos seus próprios usuários, alguns podem até se perguntar se a Wikipedia já não satifaz essas necessidades, na minha opinião não. Bom, seja como for em breve estará disponível a todos os interessados o Brasigo. Veja notícia abaixo do IDG Now!

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O responsável pelo sistema brasileiro de busca de blogs BlogBlogs vem testanto uma nova comunidade de perguntas e respostas desde o começo de abril.

Chamado de Brasigo, o projeto ainda está fechado apenas a usuários convidados e, no primeiro momento, se concentra em perguntas feitas pelos usuários que a própria comunidade responde.

Segundo Manoel Lemos, criador do BlogBlogs e responsável pelo Brasigo, o novo serviço deverá ser integrado à ferramenta de busca no futuro. “Em um (Brasigo) se cria e compartilha e em outro (BlogBlogs) se indexa e encontra”, explica.

São quatro as principais categorias nas quais as perguntas publicadas no Brasigo são separadas - “Geral”, “Compras”, “Conselhos” e “Regional”.

Na primeira, são 33 subcategorias, como veículos, beleza, animais, literatura, tecnologia e política, enquanto “Compras” é divida por produtos, “Regional” por cidades brasileiros e “Conselhos” por temas aleatórios como religião, sexualidade e economia.

Segundo Lemos, o Brasigo deverá atingir o beta e ser aberto para usuários que queiram testar o serviço a partir de junho.

Quem escreveu: Guilherme Felitti, editor-assistente do IDG Now!
Quando: 28/04/2008
Onde: IDG Now!

23
Abr

Grupo Totvs lança plataforma de vendas pela internet Totvs Up

E lá vem novidades na área de TI. Imagine comprar ou vender um produto apresentando e discutindo, através de conferências ao vivo via internet, todas as suas funcionalidades e características. Não precisa mais imaginar, a Totvs fez. Confira notícia do IDGNow! abaixo.
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A Totvs acaba de lançar sua plataforma de vendas via internet. Chamada Totvs Up, o projeto consumiu 10 milhões de reais e levou um ano para ser concluído.

“O modelo da concorrência de venda pela internet está em apresentar o produto e deixá-lo disponível para uso. É muito pouco”, afirma Laércio Consentino, presidente do grupo Totvs.

De acordo com o executivo, o grande diferencial da plataforma da empresa está em “criar campanhas de marketing exclusivas para o cliente, permitir a discussão por conferência online entre analistas do grupo e o cliente para definir a melhor solução e (a presença de) tutoriais em vídeo gravados e ao vivo.

Pela plataforma, clientes também podem fechar contratos com a segurança oferecida pela certificação digital, além de cuidar do pós venda.

A ferramenta oferece a opção de realização de treinamento a distância dos profissionais de TI e da implementação remota da solução.

Como é feita via interface web, o cliente pode acessar o sistema pela internet, pelo celular ou até por TV Digital. “Estamos quebrando paradigmas na distribuição de software”, garante Consentino.

Quem escreveu: Vinicius Cherobino, editor assistente do Computerworld
Onde eu vi: IDGNow!
Quando: 16/04/2008

14
Abr

Photoshop lança versão online grátis

Ouvi na rádio EldoradoFM uma notícia que me chamou a atenção. A Adobe lançou recentemente uma versão online do Adobe Photoshop, é isto mesmo, agora você pode fazer modificações nas suas fotos e imagens sem precisar baixar programas gigantes e complexos para isso e ainda pode disponibiliza-las em um álbum digital no próprio Adobe Express. Segue abaixo a notícia lida no Link do Estadão.

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Famoso programa de edição de imagens ganha versão que não precisa ser instalada, pois roda direto do navegador.

O Photoshop Express, serviço online gratuito de hospedagem e edição de fotos, chegou para encarar serviços como o Picasa e o Flickr. O potencial existe. Para todo o mundo Photoshop é sinônimo de edição de fotos no computador. Mas será que o programa online da Adobe está à altura do nome que carrega?

Qualquer um se impressiona ao acessar o site do serviço (www.photoshop.com/express). O programa, que roda em Flash 9, é uma poderosa ferramenta para quem não quer nem precisa entender a fundo o funcionamento do Photoshop. O Photoshop Express é rápido e eficaz. Não faz milagres, mas resolve a maioria dos problemas básicos que o usuário pode encarar. Além de editar fotos, o serviço permite que se estoque até 2GB de imagens em um HD virtual. E o mais bacana: essas fotos podem ser organizadas em álbuns, disponíveis para qualquer um visualizar. E todas as fotos podem ser diretamente linkadas em um site ou blog.

O Photoshop Express não é voltado ao usuário profissional, mas é um verdadeiro divisor de águas no mundo dos programas de edição de imagem. A facilidade de uso vai motivar muita gente a explorá-lo, especialmente quem apanha para fazer pequenos retoques nas fotos. Mesmo em inglês é fácil.

Depois de criar uma conta no serviço e ativá-la, basta mandar para o servidor as fotos que você quer editar ou guardar. Assim que as fotos são mandadas para o servidor já podem ser editadas. A parte mais legal do processo de edição é ser totalmente reversível. O programa estoca a imagem original e as alterações feitas, assim, com apenas um clique, você pode voltar atrás um efeito e devolver a foto ao aspecto inicial. Depois de salva na máquina do usuário, a imagem pode ser impressa.

Alguns efeitos realmente legais são criados pelo programa. É possível remover olhos vermelhos, destacar cores, alterar o foco e até aplicar efeitos artísticos, como distorções. Mesmo gratuito, é um dos melhores programas de edição de imagem no mercado – e como é a primeira versão, palmas para a Adobe.
O Photoshop Express consegue ainda importar fotos estocadas no Facebook, Photobucket e Picasa. É só colocar o login e a senha para ter acesso direto às fotos e retocá-las.

O programa tem um interessante elemento de comunidade virtual. Se o usuário quiser somente guardar suas fotos, pode. Com um clique ele cria álbuns públicos, que ficam organizados como elegantes apresentações de slides.

Os álbuns são hospedados em um endereço fácil, como www.seunome.photoshop.com. As fotos dos álbuns de outras pessoas podem ser visualizadas, mas não copiadas. Mesmo com um jeitinho, quem quiser roubar uma foto sua só conseguirá pegá-la sem qualidade para impressão.

Em nossos testes, o Photoshop Expresss funcionou bem no Internet Explorer 7 e no Firefox, tanto na versão atual quanto no beta da versão 3. Como roda macio no Firefox, usuários de Linux e Mac OS não terão problemas em usá-lo.

O programa só não rolou com os navegadores dos consoles de videogame, como o Wii e o PlayStation 3, e nos celulares smartphones, tanto aparelhos com Windows Mobile quanto Symbian. No PC, plataforma para a qual foi originalmente idealizado, ele é lento em relação ao Photoshop profissional, mas funciona muito bem

Quem Escreveu: Jocelyn Auricchio
Quando: 07/04/2008
Onde: Link Estadão

11
Abr

Co-fundador conta como criou site que transmite imagens ao vivo e de graça

Criado por dois veteranos da Guerra do Iraque, que queriam otimizar o pouco tempo que soldados têm para falar com a família, o site de transmissão de vídeos ao vivo Ustream já foi usado até para transmitir o nascimento de bebês. Há um ano no ar, o Ustream tem cerca de 230 mil emissores e cresce 200% ao mês em número de usuários. Em um mês, são produzidas quase 2 milhões de horas de programação, “mais conteúdo do que se produz numa emissora de TV local”, diz John Ham, um dos fundadores do site. Ham falou a EXAME sobre a história do Ustream e como vê o futuro da internet.

Exame - Como surgiu a idéia de criar um site para a transmissão de vídeos ao vivo e de forma gratuita?
Ham - Eu e Brad Hunstable, outro co-fundador, servimos por cinco anos no exército americano, chegando a ser transferidos para a Coréia e, depois, para o Iraque. Nessa época, só tínhamos quinze minutos por mês para ligar para casa e tínhamos de escolher entre falar com nossos pais, nossos irmãos ou nossos amigos. Não era uma situação boa. Os serviços de mensagem instantânea eram bons para se falar com algumas pessoas, mas não havia uma boa plataforma de transmissão que fosse de uma pessoa para várias. Foi aí que decidimos criar essa plataforma. Em junho de 2006, depois que saímos do exército, fundamos o Ustream. O site permite que uma pessoa seja o centro das atenções e que várias pessoas entrem na plataforma para interagir com aquela pessoa. Pode ser uma, duas, dez, cem ou dez mil pessoas. Isso cria uma experiência única de interação na internet.

Exame - Quem já está usando o Ustream para aproveitar essa interação com tantos interlocutores?
Ham - Os pré-candidatos à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton, Barack Obama e John McCain usaram o Ustream para transmitir comícios. John Edwards [o pré-candidato democrata que abandonou a corrida no início do ano] usava o Ustream depois dos debates para responder perguntas dos eleitores. Na área de entretenimento, também temos celebridades usando para interagir com seus fãs. Um exemplo é Tori Amos. O vídeo dela do Ustream está inserido nas suas páginas no MySpace e no Facebook e os fãs podem bater papo com ela ao vivo. Um fã comentou uma vez que finalmente tinha conseguido saber por que Tori Amos tinha mudado a letra de uma música. Esse é o poder de Ustream. Essa interação é o futuro da internet.

Exame - O que permitiu a emergência de sites como o Ustream, do ponto de vista tecnológico?
Ham - São três fatores principais: hardware, conectividade e comportamento. Do lado do hardware, quase todo laptop ou telefone celular já vem com uma câmera embutida. Do lado da conectividade foram as conexões sem fio e de banda larga que permitiram esse avanço. Parte da transmissão de vídeo ao vivo na internet só pode ocorrer quando se tem uma conexão rápida. E o terceiro fator é o comportamento do usuário, estimulado pelo YouTube. O YouTube tornou essa geração entusiasta da criação de conteúdo e também interessada em assistir o conteúdo criado.

Exame - Quem é o consumidor comum do Ustream, além dos políticos e dos músicos?
Ham - Temos uma base ampla de usuários. Há usuários individuais que utilizam o site para transmitir seu casamento a convidados que não puderam ir à cerimônia e até pessoas que colocam no ar o nascimento do filho. E também há empresas usando o serviço, como a Sun Microsystems, a Intel e a Mazda, que transmitiu o lançamento de um carro.

Exame - Se todos os serviços são gratuitos, como é possível fazer dinheiro?
Ham - Provavelmente por algum tipo de publicidade.

Exame - O Ustream já tem receita com publicidade?
Ham - Não. Por enquanto, somos financiados de forma privada. Já conseguimos levantar 2,2 milhões de dólares em investimento. Ainda estamos em nossa fase de crescimento. O mais importante para a nossa companhia agora é crescer com os recursos que temos até conseguirmos ter uma participação grande no mercado. No futuro, vamos monetizar o site. Isso deverá ser feito em forma de anúncios no site ou nos vídeos.

Exame - Que tipos de publicidade podem ser feitas?
Ham - Há várias coisas que podemos fazer pelo fato de estarmos ao vivo, como menções a produtos ou ainda a introdução de um ponto de venda embaixo de um vídeo. Você pode imaginar o dia em que a Tori Amos vai estar cantando ao vivo e as pessoas vão poder comprar o MP3 dela ali, enquanto ela canta?

Exame - Quando o Ustream será aberto para anúncios?
Ham - Ainda não há uma data exata. Vamos ter de monitorar e ver quando será o momento apropriado.

Exame - Seria possível haver algum tipo de cobrança dos usuários?
Ham - Sim. Estamos pensando na possibilidade de cobrar por alguns recursos. Os usuários que quiserem pagar para ter ferramentas melhores, como transmissão em alta definição, coisas que o público em geral não quer.

Exame - É necessário fazer parcerias com redes sociais para crescer?
Ham - Já fizemos uma parceria com o Twitter. A pessoa que transmite vídeos no Ustream pode usar o sistema de alerta instantâneo do Twitter para enviar mensagens de texto ou e-mails aos seus espectadores e avisá-los quando entra no ar. Este é um ponto importante. Ser um portal de vídeo ao vivo significa que é necessário ser capaz de ter alertas instantâneos. Também fizemos uma parceria com a Beebo.com, uma das quatro maiores redes sociais na internet.

Exame - O YouTube anunciou que vai entrar nesse mercado este ano. Isso muda o cenário?
Ham - A entrada de uma empresa tão grande e com tantos recursos como o Google dá mais validade ao mercado, mostra que o que estamos fazendo é muito importante. Isso traz muita atenção para nós.

Exame - Há rumores de que o Ustream recebeu propostas de aquisição da Microsoft. É verdade?
Ham - Não fazemos comentários sobre rumores. Por enquanto, só há especulação.

Exame - O Ustream pensa em fazer alguma fusão para crescer?
Ham - Estamos sempre olhando todas as opções, mas estamos focados em fazer nossa empresa crescer e em entender o nosso mercado.

Quem escreveu: Denise Dweck
Quando: 07/04/2008
Onde: Revista Exame

28
Mar

Certificação Digital, já sabe o que é?

O Customer Bridge, software de gestão do relacionamento com canais, desenvolvido pela Across-It está hospedado em um servidor web com certificação digital de 128-bits emitido pela Certisign.

Sim e daí? O que é certificação digital e para que ela serve? Vamos aprender um pouco mais sobre o assunto.

Um certificado digital normalmente é composto por 6 tipos de informações: chave pública, nome e endereço de e-mail, validade da chave pública, nome da autoridade certificadora (AC) que o emitiu, número de série do certificado digital e assinatura digital da AC.

Uma aplicação web pode utilizar um certificado digital para diferentes finalidades, no caso do Customer Bridge a certificação é utilizada para criptografar o tráfego de dados na internet, garantindo que todas as informações serão armazenadas e acessadas de forma correta e segura. Dados que são transmitidos de forma criptografada dificilmente serão interceptados por hackers ou outros usuários mal-intencionados. A Across-It utiliza a mesma tecnologia empregada em compras na internet com cartões de crédito para garantir a privacidade de todos os dados dos seus clientes, provando que segurança sempre vem em primeiro lugar.

16
Out

Pra quem ainda não entendeu links patrocinados

Qualquer ser baseado em carbono digita www.google.com , insere um termo relacionado a um assunto em que esteja interessado e rapidamente lhe é apresentada uma lista contendo dezenas, centenas de websites relacionados àquele assunto. Este ser escolhe o que lhe mais apetece e segue sua navegação calma e tranqüilamente.

E neste momento, pensa: “Nossa, o Google é legal mesmo”, imaginando que a bondade passou agora a fazer parte do mundo corporativo.

Um destes seres, mais iluminado, questiona-se: “Fiz tudo isso sem ter que pagar nada ao Google, como ele ganha dinheiro?”. Por mais questionável que possa parecer, o Google ganha dinheiro vendendo palavras. Sim, assim como vou à mercearia da esquina comprar duas caixas de leite, posso bater à porta do Google para comprar a palavra “leite”, e mais, só pagar quando o leite for consumido, ou melhor, quando um destes seres desavisados ter certeza de que realmente aquele é o leite que lhe interessa.

Analogias distorcidas à parte, toda renda do Google vem através dos chamados links patrocinados. Ao realizar uma busca, o website classifica os resultados entre aqueles oriundos da “busca espontânea” (resultados próprios da ferramenta, ordenados de acordo com a relevância calculada pelo Google para cada website, que pode ser averiguada pelo chamado “Page Rank”, valor de 0 a 10, que estipula o quão relevante é aquele website para que seja apresentado) e, em outro plano, os links patrocinados.

Ao realizar uma busca, note que geralmente, junto aos resultados de sua busca, são apresentados alguns links em uma caixa azul, junto aos resultados naturais e também em uma coluna ao lado direito da lista de resultados. Estes links são comprados; sim, alguém pagou para aparecer ali (o termo “ESPM”, por exemplo, foi comprado pela CPV Vestibulares, ou seja, sempre que alguém procurar por ESPM no Google, o link para o website da CPV vestibulares será apresentado na lateral esquerda da tela de resultados).

Neste caso, para que fosse exibido neste resultado, o investimento feito pelo curso pré-vestibular foi igual a zero reais, nada, vazio, “de grátis”. Sério? Sim, a simples apresentação do resultado em nada onera o anunciante. Isto porque o pagamento se dá utilizando-se a modalidade de Custo por Clique (CPC); somente no momento em que alguém clicar neste link, o anunciante passa a pagar ao Google um valor acordado. Diferente dos banners de internet, onerados com base em um CPM (Custo por Mil impressões/exibições), os links patrocinados são pagos por clique, você só paga se o usuário tiver efetivamente clicado e ter sido direcionado ao seu website. Como anuncia o Google, o que importa são os resultados™ .

Neste serviço, chamado Google Adwords, cada palavra-chave a ser utilizada como link patrocinado pode, entretanto, ter vários compradores (o termo “ESPM” pode ser adquirido também pelo Cursinho Objetivo, Etapa, Universitário, enfim, quem estiver disposto). Desta forma, como o Google decide quem aparece primeiro e quem aparece depois?

Alguns outros sistemas de busca que trabalham com a modalidade de links patrocinados (por exemplo, Yahoo, Uol) trabalham na modalidade de leilão, ou seja, as empresas interessadas e cada termo entram em uma competição, oferecendo mais reais por cada clique. Em resumo, quem paga mais aparece antes. O Google, entretanto, tem um pensamento intrínseco à empresa que é “faça algo relevante para os usuários” (este conceito de “relevância” é o que permeia qualquer invenção da empresa). A ordenação dos links patrocinados é feita não somente pelo valor oferecido por cada anunciante, mas também combinado à relevância daquele conteúdo, dado este oferecido pelos próprios usuários.

Explicando melhor, num sistema de leilão várias empresas podem adquirir a mesma palavra ou termo; aquela que oferecer mais reais por cada clique aparecerá em primeiro lugar na área de links patrocinados e assim sucessivamente. O Google, por sua vez, adiciona a variável relevância a este cálculo, ou melhor, leva em consideração a taxa de cliques (CTR), a relevância do texto do anúncio, o histórico de desempenho da palavra-chave, a qualidade da página de destino e outros fatores de relevância que cada anúncio (link patrocinado) tem para, juntamente com o valor ofertado, definir se aquele link irá aparecer em primeiro, segundo ou demais posições na lista.

Matematicamente falando,

Empresa Valor ofertado pelo clique Índice de qualidade (relevância) Combinação oferta x relevância Posição

Neste exemplo, mesmo tendo ofertado menos reais por cada clique, a empresa C será posicionada no topo da lista de links patrocinados porque sua relevância para os usuários (traduzida em sua taxa de clique) é maior do que as demais.

Daí a necessidade de se criar anúncios eficazes (e cumprir a promessa que está ofertando) para que haja, também na internet, uma economia de escala.

O valor de cada clique pode começar com R$ 0,02. Conforme aparecem mais interessados, este valor pode atingir cifras exorbitantes de R$ 4,00 ou R$ 5,00 (embora nos Estados Unidos, onde esta forma de publicidade toma mais de 50% da participação publicitária on-line, existam termos que podem chegar à mais de U$ 60,00). Pensando de uma forma comparativa, ao se planejar mídia on-line, o CPC dos tradicionais banners (ainda que pensemos nos novos formatos, rich media e variações do gênero) fica em torno de R$ 2,00, ou seja, tomando-se o número de exibições e a taxa de clique média do mercado (0,20%), custa ao anunciante R$ 2,00 cada usuário levado ao seu ambiente receptivo (site institucional ou hotsite ). Quando falamos de links patrocinados, entretanto, temos duas vantagens ligadas a esta modalidade de anúncio: a primeira é o custo comparativamente inferior por usuário; outro, mais importante ainda, é o interesse deste usuário pelo assunto em questão, o casamento de quem quer adquirir com quem quer vender.

O interesse faz o cliente – Ao comprar uma revista ou assistir a um programa de TV, o interesse do espectador (potencial consumidor) não é, por suposto, acompanhar os anúncios e comerciais que interrompem sua atividade (marketing de interrupção). Isto também ocorre quando falamos da mídia on-line tradicional (nenhum ser em são consciência acessa o Uol ou Terra para ver quais os banners legais que estão sendo veiculados hoje).

O desafio dos criativos on-line para as peças de mídia on-line tradicionais (genericamente falando, banners) é despertar a curiosidade e interesse do usuário em saber o que mais existe além daquele banner, seja com ofertas e promoções ou com truques de rich media e elucubrações criativas que levem este usuário ao hotsite preparado para envolvê-lo, de forma que ele gaste alguns minutos interagindo com a marca e cadastre-se, jogue, compre, enfim, faça o que a empresa deseja que ele faça dentro do ambiente receptivo.

No caso dos links patrocinados, entretanto, a etapa do interesse já foi superada, ao realizar uma busca em um sistema como o Google Search, é de se supor que este usuário tem interesse naquele assunto que ele está buscando. Este momento há uma quebra de paradigma no que tange à classificação do mercado potencial de um produto ou serviço. Tradicionalmente, ao planejar o lançamento de um produto estabelece-se quem será (ou poderá ser) o target deste produto ou serviço, sejam homens, mulheres, classes A, B-, C+, morando em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Rita do Passa Quatro, ativos, clássicos, aventureiros e determinados. Fecha-se um target , cria-se uma determinante que guiará o processo criativo e de comunicação de forma a atingir aquele público em específico.

Na contramão deste pensamento, tomemos em conta que qualquer pessoa que digite “remédio para pulgas” no Google Search, tem um interesse direto em “remédio para pulgas” (obviamente considerando que ela tem um cão ou um gato, ou, por que não, tem algum problema pessoal, não interessa). Este pessoa pode tanto ser um H, 25+, SP Cap, A, B+ quanto uma M, 50+, PA Int, C. Por que então restringir minha comunicação a um ou outro (o dia que apresentarem uma campanha que retrata tão bem tanto o mundo urbano de um jovem de São Paulo capital quanto uma possível dona de casa de 65 anos do interior do Pará, por favor, postem no You Tube)?

O interesse faz o cliente, consideremos que, independente de quem está realizando a busca, a oferta das empresas vendedores de remédio para pulgas estará ali, a um clique de distância (este termo está mais do que caduco, mas ainda é válido). A propósito, o termo “remédio para pulgas” foi adquirido por uma empresa que vende um equipamento que “cortar comprimidos” em 2 ou 4 partes, de Caxias do Sul (RS).

Na internet, tudo é on-line – A compra de palavras-chave como links patrocinados é feita on-line, através de uma ferramenta chamada Google AdWords – https://adwords.google.com . Qualquer usuário pode criar uma conta no AdWords para adquirir os termos que julga relacionado ao seu negócio. Neste ambiente também define o lance mínimo (valor de cada clique) e pode determinar um valor limite de investimento, por valor e tempo.

Qualquer empresa então pode acessar o sistema e determinar: “Quero pagar R$ 0,10 por cada clique vindo de usuários que buscaram o termo remédio para pulgas até um total de R$ 2.500,00 no mês de Outubro”. O AdWords trata de gerenciar a exibição de seu anúncio para que o valor máximo de investimento determinado seja diluído ao longo do mês de outubro ou, se não alcançado, aumentar o número de exibições de seu anúncio ou mesmo, se for do interesse da empresa, extrapolá-lo para o mês seguinte. De uma forma ou de outra, a empresa será onerada somente pelas entregas efetivas de cliques e até o valor que estipulou como máximo de investimento.

O Google oferece também aos seus anunciantes outras ferramentas que visam auxiliar o planejamento das ações de links patrocinados ou mesmo ampliar a exposição destes links além da própria ferramenta de busca da empresa.

Uma delas é o Google AdSense, um sistema que pode ser classificado como uma rede de afiliados; qualquer usuário que possua um website pode incluir nele uma área onde serão exibidos links patrocinados do Google. Se você tem um site sobre peixes, por exemplo, poderá reservar uma área de sua página iniciar para que o Google inclua links relacionados ao assunto tratado em seu website. Caso algum de seus visitantes, que entrou no seu website para saber mais sobre nossos aquáticos amigos, clique em um link patrocinado exibido pelo Google e seja direcionado, por exemplo, para a Loja de Pesca Lambari Feliz , anunciante do Google AdWords, você receberá uma porcentagem do valor pago pela tal loja para fazer parte do sistema de links patrocinados. Temos, desta forma, uma ampliação do espaço publicitário (a Lambari Feliz ficará ainda mais feliz de não ser exibida apenas na ferramenta de busca do Google, mas também em seu pequeno website sobre piscicultura e você receberá alguns centavos de reais por cada clique).

Como saber, entretanto, como está sendo o resultado efetivo de cada um dos termos de busca que a empresa adquiriu e mais, como saber se o público que está sendo direcionado ao seu website é qualificado o suficiente de forma que o ROI no AdWords seja válido?

Para isto, qualquer usuário poderá adicionar a seu website uma ferramenta de monitoramento da empresa, chamada Google Analytics. Através dela, além de mensurar dados mais comuns como número de visitantes e áreas mais acessadas de seu website, poderá mensurar a efetividade de cada palavra chave anunciada no Google AdWords. Através de uma tag de monitoramento, cada visitante direcionado a seu website a partir de um determinado site ou termo poderá ser contabilizado, auxiliando o administrador deste website a ter uma idéia clara de onde estão vindo os resultados mais efetivos a partir do investimento em mais de uma ferramenta de link patrocinado, por exemplo. Além disto, utilizando-se de um funil de conversão, saber se os usuários que recebe em seu website efetivamente realizam a ação para a qual seu website se destina (seja um cadastro, uma venda ou o acesso a determinada área do site).

Obs.: o funil de conversão identifica em um fluxo de navegação (caminho seguido pelo usuário) quantos destes chegam à determinada área de um website, por exemplo, 1.000 usuários acessaram a página inicial, deste 800 foram à página do produto X e 150 cadastraram-se para receber mais informações do produto (objetivo do site).

Uma chance aos pequenos, uma guerra entre os grandes – Como anuncia a página inicial do Google AdWords: “Não importa o tamanho do seu orçamento, você pode exibir seus anúncios no Google e em nossa rede de publicidade”.

A possibilidade de realizar todo serviço de compra on-line, controlar o valor investido (em paralelo, claro, a um baixo custo) e o fato de ser exibido no website mais acessado do país (segundo o Ibope NetRatings) soa um tanto quanto atrativo àquelas empresas que não teriam espaço (entenda-se verba) no tradicional mundo dos anúncios publicitários.

As vantagens para as pequenas e médias empresas aderirem a esta forma de publicidade estão no auto-serviço, na possibilidade de ampliação de mercado e na credibilidade subjetiva advinda desta ferramenta de busca.

O auto-serviço, já descrito no funcionamento do AdWords, torna desnecessária a presença de empresas de publicidade, gráfica e outros atravessadores entre o anunciante de veículo. No que tange a ampliação de mercado, vale citar o exemplo apresentado pela empresas como case no Brasil, o de uma empresa de suplementos alimentares (vitaminas) do Rio de Janeiro que, anunciando unicamente no AdWords, teve visibilidade suficiente para vender seus produtos para todo país, antes mesmo de ter uma estrutura de e-commerce (os pedidos era separados na garagem e enviados pelos Correios aos clientes espalhados por todo território nacional). Por último, ainda que possa soar discutível, o fato de uma empresa aparecer listada como um link patrocinado no Google desperta nos usuários uma credibilidade sobre sua idoneidade. Uma rápida pesquisa realizada com usuários curiosamente demonstrou que, ainda que estes possam não clicar em um link patrocinado, transferem para a empresa anunciante parte da credibilidade existente na ferramenta de busca.

Para as grandes empresas a estratégia deve ser outra. Obviamente quem quiser saber sobre impressoras pode, ao invés de consultar um sistema de busca, acessar diretamente o site dos principais fabricantes. Reside então na proteção de marca e o bloqueio a ações de concorrentes alguns motivos pelos quais corporações podem aderir ao serviço de links patrocinados.

Não atendo às questões já abordadas sobre as vantagens deste modelo de publicidade, é um tanto quanto incômodo que, ao se digitar “Ford Fiesta” no sistema de busca, o usuário seja brindado com um link para o website da Peugeot ao lado.

E onde mais posso ter isso? – Há algum tempo atrás o Google começou a extrapolar seu modelo de link patrocinado para outras ferramentas, como por exemplo, o Google Earth e o Google Maps. Ambas ferramentas com objetivo de localizarem geograficamente seus usuários passaram a apresentar ao lado de locais notórios e famosos pequenos bullets indicando hotéis, restaurantes e alguns outros serviços próximos (experimente buscar a Estátua da Liberdade no Google Earth para ter acesso aos hotéis próximos à região).

Por fim, a comunicação integrada – Não existe a intenção de ser um profeta do apocalipse publicitário, pregando o fim das páginas duplas e filmes de 30 segundos, mas sim de abrir a mente daqueles acostumados às mídias tradicionais sobre um novo modelo de comunicar produtos e serviços, um modelo baseado no interesse do potencial cliente.

Toda ação de comunicação deve ser intermeios e integrada, o mote “leia o livro, veja o filme, compre a camiseta” nunca foi tão verdadeiro. O exemplo deste impacto pode ser levantado na própria Internet, a ferramenta Google Trends
(www.google.com.br/trends) apresenta a tendência de busca de qualquer palavra ou termo ao longo do tempo nas diversas regiões atendidas pelo site. É notório que o interesse sobre determinado assunto está relacionado ao impacto causado pelos usuários, seja por um fato público ou mesmo por uma comunicação intermeios.

Desta forma, uma campanha de links patrocinados pode ser um tanto quanto interessante para aqueles que desejam dar visibilidade a seu negócio e ser onerado somente quando tiver um potencial consumidor nas mãos. Por outro lado, ações de comunicação integradas potencializam os resultados em todos os meios e a preocupação em estar presente onde for possível irá demandar uma melhor distribuição dos investimentos de publicidade.

Em qualquer um dos casos, o que determinará sempre o retorno sobre seu investimento será o interesse criado (e capturado) do potencial consumidor naquilo que uma empresa tem a oferecer, enfim, o que importa é o que interessa.

JC Rodrigues
Publicitário graduado pela ESPM, pós-graduado em Tecnologia Internet pela UFRJ; trabalha em meios digitais e interativos desde 1995, tendo atuado em projetos de marketing digital e e-commerce para empresas como HP, Intel, Bridgestone, Samsung e Ford, entre outras; atualmente professor de Web na ESPM em São Paulo e gerente de projetos on-line da JWT.




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